26 de mar. de 2009

O MESTRE DO HUMOR, CHICO ANYSIO, EXCLUSIVO NO CAFÉ PAON



O CAFÉ PAON



Localizado em Moema, um dos bairros mais nobres de São Paulo, o Café Paon, inaugurado em agosto de 2008, nasceu para propor uma rota alternativa para a noite paulistana. Onde, com muito bom gosto, o arquiteto Vitor Carvalho fez do espaço de show um ambiente moderno e aconchegante que foi preparado para acolher os melhores artistas da música nacional e que tem capacidade para receber 200 pessoas

No dia 26 de março, às 21h o Café Paon traz a seu palco o Mestre do humor nacional, Chico Anysio. Abrindo o projeto semanal “Humor no Paon”, o astro vai apresentar seu show “Eu conto, vocês cantam”. O espetáculo nada mais é do que um encontro do artista com a platéia, onde há uma interação através das músicas conhecidas e escolhidas pelo artista. Mas atenção! É preciso que todos cantem com ele, porque Chico Anysio não é um cantor, é apenas um companheiro do público no momento de cantar as músicas do espetáculo.



Durante o show, Chico ainda comenta a personalidade do povo do Rio de Janeiro, do nordeste, de Minas e do brasileiro em geral. Chico Anysio também irá contar as piadas e as estórias que o consagraram durante esses 60 anos de estrada e mais de 10 mil apresentações. Com a direção geral de André Lucas, o décimo sétimo show de Chico Anysio, considerado um dos melhores shows de sua carreira, traz de volta o humor inteligente que o consagrou.







Show Chico Anysio - “Eu conto, vocês cantam”.

Data| 26 de março

Horário| 21h

Local| Av. Pavão, nº. 950 – Moema

Valor do Show l R$120 / 80,00 para participantes do clube TP

Estacionamento l R$12

Cartões l Visa, Mastercard, Diners Club e Rede Shop.

Cheque| Não aceitam cheques.

Wireless l Sim

Acesso para Deficientes Físicos l Sim.

Ar Condicionado l Sim

Área para fumantes l Lounge para fumantes

Capacidade| 200 pessoas

Censura | 18 anos. Menores, acompanhado dos pais.





Erika Digon

Diretora

Tudo em Pauta Assessoria de Imprensa

( SP| 5044-5558

( SP| 9953-1048

( SP| 7846-7136 ID: 30*18823

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Espetáculo infantil AbraKbruxa


O espetáculo infantil AbraKbruxa reestreou no dia 07 de março de 2009, com sucesso de público e irá cumprir temporada até 26 de abril de 2009.



AbraKbruxa conta a estória de que a Terra da Fantasia está ameaçada. Quatro terríveis bruxas, Mocrelda, Jabureta, Azedonha e Abominalva, com a ajuda das árvores, Adolfo e Rodolfo, irmãos que se tornaram árvores após um feitiço, irão se livrar da prisão mágica na tentativa de dominar o mundo. A coragem e o amor dos irmãos, Clarice e Rubinho, poderão detê-las. Será que eles vão conseguir?



AbraKbruxa participou de festivais, sendo indicado e ganhando alguns prêmios, como: no Festival de Teatro de Macaé ganhou os de Melhor Atriz, Melhor Comunicação com o Público e foi indicado para Melhor Ator, Melhor Texto, Melhor Iluminação e Melhor Espetáculo. No Festival de Teatro Carioca foi premiado como Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator e, ainda, foi indicado como Melhor Texto. E no Festival de teatro Infantil, no TTC, foi indicado como Melhor Atriz e Melhor Ator.




Local: Casa de Cultura Elbe de Holanda

End.: Rua Eng. Rozauro Zambrano, 302 – Jardim Guanabara - Ilha do Governador

Telefone: 2466-0661

Temporada: 07 de março a 26 de abril de 2009

Todos sábados e domingos

Horário: 17 horas

Texto e Direção: Rodrigo Scheer

Elenco: Marize Martins; Alba Regina; Alexandre Basttos;

Del Ferreira; Lucas Massano; Neuzimar Hissa; Vanessa Cristina ; Vander Rabelo e Virgínia Castellões

Produção: Rodrigo Scheer

Divulgação: Gleice Olivieri

Duração: 60 minutos

Gênero: Infantil

Valor: R$20,00 inteira

Filipetas - R$12,00

Estudantes, idosos e classe artística - R$10,00

Antecipados - R$8,00



Contatos

Produção: Rodrigo Scheer - 21 8817-0578 – 3277-2590 -scheer@nossoriso.com

Divulgação: Gleice Olivieri - 21 8863-1276 - assessoriaabrakbruxa@gmail.com

Exposição e novidades por Adriana Füchter


Nova galeria no site:
Santa Cruz de Anhatomirim - A ilha Fortaleza

Anhatomirim, quer dizer "pequena toca do diabo", para lá os índios mandavam os maus espíritos.
Também dizem que os fantasmas do massacre da revolução federalista estão por lá...

Passados os terrores e reformas, "visagens" a parte, restou nesta Ilha, onde fica o Forte Santa Cruz de Anhatomirim, uma
beleza delineada pelo majestoso pórtico de traços orientais, sobrados com estilo colonial português com influencia renascentista...

Para ver algo da Ilha: http://www.adriana.fot.br/galerias/anhatomirim/pages/anhatomenu.htm

QUINTA POETICA na CASA DAS ROSAS_26-marco-2009


Escrituras Editora

e

Casa das Rosas convidam para a



QUINTA POÉTICA

e coquetel de comemoração dos 15 anos da Escrituras Editora



anfitrião: Raimundo Gadelha

apresentação: Frederico Barbosa

15 poetas convidados



Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Dalila Teles Veras, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Nílson José Machado, Paula Valéria, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, Valdir Rocha e Zeh Gustavo.



Quinta-feira, 26 de março de 2009

a partir das 19h



Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos

Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP

Próximo ao metrô Brigadeiro.

Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74

Informações: (11) 5904-4499

-> Próxima QUINTA POÉTICA: 30 de abril de 2009, quinta-feira, às 19h, na CASA DAS ROSAS.



*Os 15 primeiros convidados do evento receberão um kit com agendas e livros publicados pela Escrituras Editora (válido somente para o dia 26/03/09, antes do início do sarau, entre 18h30 e 19h)


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Saiba mais sobre o evento e os convidados:



Quinta poética

Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas convidados e de um jovem poeta, que tem a oportunidade de apresentar seu trabalho. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Francisco Moura Campos, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Lelia Maria Romero, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Nesta Quinta Poética de 26 de março comemoraremos os 15 anos da Escrituras, fundada em 28 de março de 1994, pelo poeta Raimundo Gadelha. Contaremos com a apresentação de Frederico Barbosa, diretor da Casa das Rosas, e a presença de 15 poetas convidados que participaram intensamente da história da Escrituras Editora.



Sobre nossos convidados:



Apresentação:

Frederico Barbosa é poeta e professor de literatura. Publicou até hoje sete livros de poesia e foi agraciado com dois prêmios Jabuti, por Nada Feito Nada (Perspectiva, 1993) e Brasibraseiro (Landy, 2004), escrito em parceria com Antonio Risério. É diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, em São Paulo.



Anfitrião:

Raimundo Gadelha nasceu na Paraíba, morou em várias cidades do Norte e Nordeste e também em diversas cidades do mundo. Estudou em Nova Iorque, especializou-se em Tóquio, onde residiu por quase três anos, e só então se impôs o desafio de ser editor, fundando a Escrituras Editora, em São Paulo, em 1994. Publicitário, jornalista, escritor e fotógrafo, lançou seu primeiro livro em 1978.



15 poetas convidados:

Álvaro Alves de Faria é jornalista, poeta e escritor, uma das vozes mais importantes da Geração 60. Tem publicados mais de 40 livros, além de ser autor de duas peças de teatro encenadas em várias capitais brasileiras. Tem poemas traduzidos para o francês, italiano, servo-croata, japonês, espanhol e inglês e, nos últimos anos, tem publicado seus livros de poesia em Portugal. Na Escrituras, publicou Borges, o mesmo e o outro (2001) e Trajetória poética (2003), Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e finalista do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.



Beth Brait Alvim é ensaísta, contista e poeta premiada, especialista em Ação Cultural pela ECA-USP e em Políticas Culturais pelos Ministérios da Cultura e Comunicação e de Relações Internacionais da França. Participa de encontros nacionais e internacionais, como a FLIPORTO, OFF FLIP, Bienal Internacional de Encuentro Ibero americano de Escritores de Obregón (Sonora, México). Seu mais recente livro de poemas, Visões do Medo, publicado pela Escrituras Editora, recebeu o prêmio PAC 2007.



Carlos Felipe Moisés é poeta, autor de Poemas reunidos (Cultrix, 1974, prêmio APCA), Círculo imperfeito (Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1978), Subsolo (Massao Ohno, 1989, prêmio APCA), Noite nula (Nankin, 2008); crítico literário, autor de Literatura, para quê? (Letras Contemporâneas, 1999), Poesia e utopia (Escrituras, 2007); é também tradutor (Tudo o que é sólido, O poder do mito etc.) e autor de livros infanto-juvenis (Conversa com Fernando Pessoa, Prêmio FNLIJ, 2008).



Celso de Alencar é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 70, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos.



Dalila Teles Veras nasceu em Portugal, mas vive no Brasil desde a infância. É autora de diversos livros de poesia, reunidos no volume À Janela dos dias (2002). Posteriormente lançou Poesia do Intervalo, com desenhos de Guedo Gallet (2005) e 3 plaquetes artísticas. Seu mais recente livro, Retratos Falhados, foi publicado pela Escrituras, na Coleção Ponte Velha.



Hamilton Faria escreveu seis livros de poesia (Diavirá, 1977; Estações, 1983; Cidades do Ser, 1988; Encântaros, 1995; Súbitos Encantos para São Pedra e Espanto, 2000, Haikuazes, 2006) e participou de doze antologias no Brasil e no exterior. Em 2006, recebeu, em Paris, o prêmio da Société Académique des Arts, Sciences et Lettres, pelos relevantes serviços prestados às Artes, Ciências, Letras e Cultura em geral. Em 2009 publicará um novo livro de poemas intitulado Memória de Frutos.



Helena Armond nasceu em Muzambinho (MG) e reside em São Paulo. É poeta, escultora, pintora, pesquisadora e presença de grande força na literatura brasileira contemporânea. Tem 18 livros publicados, entre eles Pedra d’ara (prêmio da APCA para Melhor Livro de Poesia em 1998) e Cantochão, publicados pela Escrituras Editora.



José Geraldo Neres nasceu em Garça, SP. É poeta, ficcionista, roteirista, autor de dois livros: Pássaros de papel (Projeto Dulcinéia Catadora, 2007) e Outros silêncios (poesia, Prêmio Programa de Ação Cultural - ProAC - Concurso de Apoio a Projetos de Publicação de Livros no Estado de São Paulo, 2008), publicado pela Escrituras Editora, que será lançado no próximo dia 15 de abril.



Nílson José Machado nasceu em Olinda, Pernambuco, mas vive em São Paulo desde 1969. É professor de cursos de graduação e pós-graduação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Sucumbiu à tentação de escrever poesias, acomodando tal tendência em seu universo privado. Seu único livro de poemas, Plantares, foi publicado pela Escrituras Editora.



Paula Valéria é artista-designer, autora de livros, webcolunista e poeta. É autora de seis livros infantis, o livro pré-universitário A Arte em Todos os Sentidos (Ed Brasil) e participa em seis antologias poéticas. Foi agraciada com o Prêmio Jabuti - CBL e o prêmio 2004 “O Amigo” em Portugal pelo poema Mirar Miró sobre Barcelona. Publicou IriS digital Poesy(a) (2005, Escrituras Editora). Em 2006 a antologia “BravaGenteBrasileira” recebeu o prêmio Brazilian International Press Award in Miami-USA, na categoria literatura.



Raquel Naveira é escritora, professora universitária, membro da Academia
Sul-Mato-Grossense de Letras e do Pen Clube do Brasil. É autora de diversos livros de poemas e ensaios, entre eles Casa e tecla, Senhora, Casa e Castelo e Portão de
Ferro, publicados pela Escrituras Editora.



Renata Pallottini nasceu em São Paulo, em 1931. Cursou Direito, Filosofia e Dramaturgia; escreveu e produziu trabalhos para teatro e televisão. Publicou, entre outros, os livros: A casa (Clube de Poesia, São Paulo, 1958); Coração americano (Editora Meta, São Paulo, 1976); Chão de palavras (Editora Círculo do Livro, São Paulo, 1977); Noite afora (São Paulo, 1978), Obra poética (Editora Hucitec, São Paulo, 1995) e ABC Poemas Adolescentes (Escrituras Editora). Coordenou e participou da Anthologie de la poésie brésilienne, (Editions Chandeigne, Paris, 1998), que reuniu quatro séculos da nossa história literária.



Renato Gonda nasceu em São Paulo. É poeta, artista plástico e designer. Graduado em Artes Plásticas e Letras, doutor em Semiótica pela USP e professor de Artes na Universidade Anhanguera. Como escritor, ganhou prêmios como Revelação de Autor, em 1987, e Melhor Livro de Poesia do Ano (com a obra Ad Nada, pela Escrituras Editora), em 1994, ambos pela APCA. Tem diversos livros editados, como Primeira Ronda à Margem da Serpente (Ed. Massao Ohno, 1987), Canto ao Canto (Ed. Massao Ohno, 1987), Trílogo (Ed. Independente, 1988), Fugitivo dos Homens (Ed. Massao Ohno, 1990).



Valdir Rocha é artista plástico (escultor, desenhista, gravador e pintor) e, nessa condição, "cobaia" número 1 da Escrituras Editora, com o mistifório Mentiras, Verdades-Meias e Casos Veros, o que culminou em diversos livros sobre seu trabalho. É versejador aventureiro, com o livro Títeres de Ninguém, publicado pela Editora Letras Contemporâneas de Florianópolis.



Zeh Gustavo - Heterônimo do escritor Gustavo Dumas, Zeh Gustavo é poeta e compositor. Sambista, membro do grupo Terreiro de Breque, colabora com artigos para o jornal de cultura e política Algo a Dizer (www.algoadizer.com.br). Publicou, entre outros livros, Idade do Zero (Escrituras, 2005) e A Perspectiva do Quase (Arte Paubrasil, 2008).




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Escrituras Editora

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Reestréia espetáculo Infiéis no Teatro X


ESPETÁCULO INFIÉIS REESTRÉIA NO TEATRO X


Escrito pelo dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra, texto entrecruza memórias emocionais de dois casais para discutir a infidelidade humana. Com direção de Reginaldo Nascimento, espetáculo é encenado pelo Teatro Kaus Cia Experimental



O espetáculo INFIÉIS, do dramaturgo chileno Marco Antonio de La Parra, reestréia dia 2 de abril, quinta-feira, às 21h, no TEATRO X. O texto, escrito em 1988, entrecruza memórias emocionais de dois casais para discutir a infidelidade humana. Com direção de Reginaldo Nascimento e tradução de Hugo Villavicenzio, a montagem, é encenada pelo Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro. Esta é a quinta temporada da peça desde sua estréia, em 2006.



INFIÉIS apresenta quatro personagens, os casais Felipe e Daniela e Andréia e Carlos, aprisionados no labirinto de suas memórias. A narrativa transcorre em tempo e espaços permanentemente desconstruídos. Sentimentos universais de amor, ciúme e competição, agravados pelos traumas deixados pelo regime militar chileno, estão presentes na obra, que fala não só da infidelidade de casal, mas da traição a si mesmo, aos sonhos, princípios e ideais.



Felipe e Andréia, namorados no passado, tentam retomar aquela relação para desfazê-la depois de algum tempo. A peça mostra a condição do sujeito imerso na natureza emocional de si mesmo. Ambientado em um local não definido e formando um labirinto de camas que são feitas e desfeitas, INFIÉIS parte da vida, das circunstâncias cotidianas e expõe ao público o embate psicológico, emocional e físico destas personagens enclausuradas na dor das infidelidades.




“Busco traçar um jogo dentro do labirinto de camas, onde sonho e pesadelo dormem juntos e os personagens estão aprisionados numa atmosfera de dor e angústia. Mantenho o olhar profundamente voltado ao ator, que permanece em cena durante todo o tempo da peça, construindo e desconstruindo ambientes, situações e narrativas reais e irreais, que transitam do dramático ao épico”, conta o diretor Reginaldo Nascimento.



O cenário, de Reginaldo Nascimento, que também assina a sonoplastia, é composto por sete camas, que formam um labirinto. Os figurinos, assinados pelo Teatro Kaus, apresentam roupas que transitam entre o realismo e a desconstrução. A iluminação, de Vanderley Conte, acentua o labirinto e cria a atmosfera do que é real e dos momentos de lembranças. A trilha sonora traz sons, ruídos e músicas mescladas, que vão do clássico ao rock.



A peça estreou em janeiro de 2006, no Centro Cultural São Paulo, Sala Paulo Emílio Salles Gomes, no mesmo ano ficou em cartaz no Teatro Sergio Cardoso, Sala Paschoal Carlos Magno e se apresentou nos SESCs do interior de São Paulo. Em 2007, reestreou no Centro Cultural São Paulo, Sala Jardel Filho e participou do Festival de Teatro de Piracicaba. Em 2008, fez temporada no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo.



Marco Antonio de La Parra – Nasceu em Santiago do Chile em 1952. Dramaturgo, médico e escritor, é membro da Academia de Belas Artes do Instituto do Chile desde 1997. Seus textos são montados nas cenas chilena, americana e européia como atestam o Prêmio Latino Americano de teatro de Nova Yorque (1979), o do Festival de Cádiz (1988), de Colline (1990) e de Avigon em 1994 e 1999. Foi membro fundador, em 1987, do Teatro da Paixão Inextinguível, ao qual continua vinculado. Professor de dramaturgia em diferentes universidades e Instituições, tendo exercido entre 1992 e 1993, a direção da oficina de dramaturgia do Centro de Novas Tendências Cênicas do Ministério da Cultura Espanhol. Escreveu, entre outras peças teatrais, O Cru, o Cozido e o Podre; A Secreta Obscenidade de Cada dia; A Vida Privada; La Puta Madre; King Kong Palace e Continente Negro.



Reginaldo Nascimento – Ator, diretor e arte educador, dirigiu, entre outras peças, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Edilio Pena, Infiéis, de Marco Antonio de la Parra, Pigmaleoa, de Millôr Fernandes, Cala a Boca Já Morreu, de Luís Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Oração para um pé de chinelo, ambas de Plínio Marcos; O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna; O Cocô do Cavalo do Bandido, de Chico de Assis; Elogio à Loucura, de Erasmo de Rotterdan; Palhaços, de Timonchenco Wehbi e As Desgraças de Uma Criança, de Martins Pena. Como arte-educador, realiza várias oficinas e cursos pelo interior do Estado e na capital.



Teatro Kaus Cia Experimental – Radicado em São Paulo desde outubro de 2001, o Teatro Kaus Cia Experimental da Cooperativa Paulista de Teatro foi criado em dezembro de 1998, na cidade de São José dos Campos, pelo ator e diretor Reginaldo Nascimento e pela atriz e jornalista Amália Pereira. Na capital paulista, a Cia encenou as peças A Revolta, do argentino Santiago Serrano (2007), El Chingo, do venezuelano Edilio Peña (2007), Infiéis, do chileno Marco Antonio de la Parra (2006/2009), Vereda da Salvação, de Jorge Andrade (2005/2004) e Oração para um pé de chinelo, de Plínio Marcos (2002). Em fevereiro de 2007, o Teatro Kaus estreou o Repertório do Kaus, no Centro Cultural São Paulo, onde ficou em cartaz com os espetáculos El Chingo, A Revolta e Infiéis. Em julho de 2007, a Cia. levou o espetáculo A Revolta para o Chile, realizando três apresentações, com o texto original em espanhol. Em novembro de 2007 lançou o livro Cadernos do Kaus – O Teatro na América Latina, um registro documental sobre todas as ações do projeto Fronteiras – O Teatro na América Latina, realizado pelo Teatro Kaus Cia Experimental durante o ano de 2006 e 2007, em parceria com o Instituto Cervantes e beneficiado pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. Em 2008, fez temporadas no Centro Cultural da Juventude com as peças El Chingo e Infiéis.



Para Roteiro
INFIÉIS – Reestréia dia 2 de abril de 2009, quinta-feira, às 21h. Texto: Marco Antonio de La Parra. Tradução: Hugo Villavicenzio. Direção: Reginaldo Nascimento. Com o Teatro Kaus Cia Experimental. Elenco: Robson Raga, Amália Pereira, Maritta Cury e Ângelo Coimbra. Duração: 1h20 minutos. Recomendação: a partir de 14 anos. Ingressos: R$20,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto). Quintas-feiras, às 21h. Até 28 de maio



TEATRO X – Rua Rui Barbosa, 399 - Bela Vista, tel: 3283-2780. Capacidade 80 lugares. Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Acesso para deficientes. Estacionamento conveniado a R$ 8,00 na Rui Barbosa, 347. Café.

Crédito das fotos: Júlio Cesar Landim

(Amália Pereira – fevereiro/2009)

Assessoria de Imprensa

Amália Pereira - MTB: 028545

(11) 3159-1822 / (11) 9762-5340

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A MENINA DOS OLHOS D’ÁGUA-de Gabriel Sant’Anna

A premiada Companhia Ser ou Não Cena estréia A MENINA DOS OLHOS D’ÁGUA no Teatro da Casa de Cultura Laura Alvin em Ipanema.
No palco, a Cia. Utiliza bonecos, teatro de sombra e personagens.

A Casa de Cultura Laura Alvin vai receber um espetáculo que vai fazer com que a criançada viaje no mundo do faz de conta. A partir do dia 18 de abril, entra em cartaz A MENINA DOS OLHOS D’ÁGUA da Cia. Ser ou Não Cena, uma fábula contemporânea inédita que mostra o mundo através do olhar de uma criança na difícil e delicada fase da transformação. A peca traz diferentes elementos de nossa cultura e conta a historia de forma surpreendente, cheia de aventuras, magia e personagens divertidos do imaginário infantil. O espetáculo criado a partir de elementos da tradição oral popular, fábulas, mitos da infância e de contos do folclore brasileiro, utiliza-se de forma hábil de diversas técnicas milenares do teatro - como manipulação de bonecos, teatro de sombras e máscaras para narrar a mágica aventura da menina Clara(Clarissa Menezes) e seu mundo imaginário.
Em 2008, o espetáculo teve a indicação de melhor figurinos pelo premio ZILKA ZALABERRY e pelo CEPETIN como espetáculo recomendado, quando esteve em cartaz nos teatros SESC TIJUCA e no teatro ZIEMBINSKY. Devida a comprovação da boa qualidade da montagem e reconhecimento, chega à Casa de Cultura Laura Alvin, onde ficará em cartaz até 21 de junho, uma temporada longa e merecida para o publico infantil.
Fundado em 1.999, o grupo vem se consolidando nestes 10 anos com uma linguagem que une as bases universais do teatro popular às novas pesquisas do teatro contemporâneo, investindo na maioria das vezes, em grandes clássicos da literatura universal – caso de MUITO POR NADA(adaptação de MUITO BARULHO POR NADA, de William Shakespeare), O GRANDE TEATRO DO MUNDO de Calderon de La’Barca) e QUIXOTE(adaptação de DOM QUIXOTE, de Miguel de Cervantes). E o reconhecimento veio justamente com a adaptação do texto do bardo, MUITO POR NADA, em 2002. Também dirigido por Cláudio Sásil, foi certamente uma das peças mais comentadas daquele ano.
Seguiram-se então outras adaptações de autores clássicos com EUGENE O’NEILL(Antes do Café, 2003), Tennesse Williams(Fala Comigo Doce Como a Chuva, 2003) e o já citado QUIXOTE de Cervantes. A companhia recebeu 18 prêmios teatrais em diversas categorias nestes últimos anos.

A MENINA DOS OLHOS D’ÁGUA-de Gabriel Sant’Anna-Direção e Concepção de Cláudio Sásil-Com Anderson Guimarães,Clarissa Menezes, Daniela Tibau, John Gonçalves e Suellen Costa-Casa de Cultura Laura Alvin-R$15,00
Av.Vieira Souto,176,Ipanema-Tel – 23322015-De 18 de abril a 21 de junho.
-Conta a aventura da menina Clara que ao ser sequestrada pelo lendário ¨homen do saco¨, viaja por um fantástico mundo entre a imaginação e a realidade.
No dia da estréia-R$2,00

SERVIÇO
A Menina dos Olhos D’água
Concepção e Direção: Cláudio Sásil
De Gabriel Sant’Anna
Com: Anderson Guimarães, Clarissa Menezes,
Daniela Tibau, Jhon Gonçalves e Suellen Costa
Casa de Cultura Laura Alvim
De 18 abril a 21 de junho
Sábados e Domingos 17 horas
Ingresso R$ 15,00
Promoção do dia da estréia R $ 2,00 (SOMENTE NESTA DATA)

SINOPSE

A aventura da menina Clara que ao ser seqüestrada pelo lendário “homem do saco”, viaja por um fantástico mundo entre a imaginação e a realidade. Nesta delicada jornada, personagens divertidos dos sonhos e pesadelos infantis: um rei ganancioso e ridículo, um palhaço triste, um sapo carente, gêmeos que se odeiam, uma serpente e a morte, lhe ensinam o magnífico poder do amor e da fé.

O Circo de Retirantes em Vila Madalena


Mostra de Teatro Jovem na Vila Madalena e gostaríamos de contar com a sua presença.
dia 28/03/09 - Próximo Sábado às 21h

Serviço:
Teatro da Vila
Rua Jericó, 256
Vila Madalena - SP
tel. 3258-6345

Espetáculo RÉQUIEM reestréia no Teatro João Caetano

A esperança diante dos infortúnios existenciais

Réquiem revela ao público brasileiro Hanoch Levin, poeta que soube retomar o caminho de Chekhov

Jefferson Del Rios

Réquiem, como se sabe, é uma peça musical para homenagem póstuma, geralmente durante a missa. Sua base é cristã, mas o termo latino tornou-se universal como prova essa peça de um israelense filho de judeus poloneses sobreviventes do Holocausto. Hanoch Levin (1943-1999) é o compassivo poeta dramático que soube retomar o caminho de Anton Chekhov (1860-1904) e guardar sua singularidade. O tema que desenvolve vem de três contos do autor russo que se dedicou a escrever sobre pequenos infortúnios existenciais. Para ambos, a vida no geral está longe de ser épica. No mais das vezes, é povoada por pessoas anônimas e banais, como o fabricante de caixões funerários desse enredo. Percebe-se o humor absurdo da história ao ouvi-lo reclamar da falta de mortos para que possa ganhar a vida (consta que Bach teria feito a mesma queixa quando lhe faltaram encomendas de músicas para mortos de posses).

O homem obscuro de Levin percorre caminhos desolados numa jornada com gente e episódios que o fazem pensar no sentido da vida. Sua tomada de consciência se dá, finalmente, diante de uma criança morta. Sim, é um réquiem, mas nele cabem fantasia, alguma graça, drama, risos ocasionais. Com tais elementos, jovens atores fazem um belo espetáculo sob a direção de Francisco Medeiros. Com o apoio do Centro da Cultura Judaica de São Paulo, é a primeira vez que se encena Levin no Brasil.

Esse dramaturgo de vida relativamente curta amplia o circulo dos escritores judeus que sabem tratar de forma profunda a questão do homem desenraizado, no espaço, tempo, e de si mesmo perante outras culturas. Os judeus da Europa Central viveram esse dilema expresso nos romances do grande Joseph Roth, cuja vida marcada por impasses está analisada com brilho por Luis S. Krausz em Rituais Crepusculares - Joseph Roth e a Nostalgia Austro-Judaica (Ed. Edusp).

Judaísmo, contudo, é aqui uma questão implícita. Levin não se apega a uma nacionalidade especifica - nem mesmo aos russos chekhovianos -, mas ao homem universal diante do cosmo e do cotidiano. Não há nomes, locais e datas reconhecíveis, mas a sempre relembrada e incontornável "condição humana". Com brandas palavras, permite o fluir da existência de gente descaminhada, prostituída, os esfarrapados de corpo e alma. Ao mesmo tempo, deixa passar um fio de esperança para todos eles. Sua dramaturgia se define na fala de Os Barões da Borracha, outra de suas peças: "Oh, este instante no teatro, quando as luzes da plateia já se apagaram e as luzes do palco ainda não se acenderam! E a plateia, sentada no escuro, esperando no silêncio, todas as expectativas, os sonhos todos de milhares de pessoas com um único foco, um único ponto na escuridão diante deles. Tenho a sensação de que tenho vivido este momento minha vida inteira, esperando no escuro."

Obra construída de semitons, o texto caiu nas mãos certas de jovens intérpretes que tateiam o palco com uma feliz descoberta. Estão ali em cena, disponíveis e intensos. Não há lances retóricos, grandiloquências, como se percebe em Chekhov e, agora, em Hanoch Levin. Reger essa partitura de subentendidos é tarefa para diretor experiente, e Francisco Medeiros faz a ponte entre gerações com seu elenco. A encenação tem o mérito de dominar o que é sépia, silêncio, apenas sonata, o que transparece na interpretação de Francisco (Chico) Carvalho, o fazedor de caixões, um talento tranquilo e firme. Em sintonia com ele estão André Blumenschein, Dinah Feldman, Fabrício Licursi, Felipe Schermann, Priscila Herrerias e Fernanda Viacava.

Réquiem estabelece, assim, o clima de fantasia e quase otimismo que Levin manifesta ainda em Os Barões da Borracha: "Logo a cortina vai abrir, o palco será inundado com uma luz surpreendente e uma vida cheia de cores vai começar a fluir na minha frente. É, logo uma vida multicolorida vai surgir, amanhecer, uma vida magnífica nunca antes vista por ninguém."

É o instante em que a magia teatral transforma lamento fúnebre na paz do adágio.

Serviço

Réquiem. De Hanoch Levin. Centro Cultural São Paulo. R. Vergueiro, 1.000, 3383-3402. 3.ª a 5.ª, 21 h. R$ 10. Até 5/3

RAFINHA BASTOS - SESSÃO EXTRA - CAMPINAS - 27/MAR




Barbatuques no Teatro Santa Cruz (novo show)

"Kelly Moore & Você"


A Desembuxa Entretenimento e Produto Final apresentam "Kelly Moore & Você", um show acústico e intimista.
Kelly Moore, dona de uma potente voz, foi durante muito tempo caloura do Programa Raul Gil, lançou seu primeiro cd e teve record de vendas. Em 2008, foi uma das estrelas do musical "Rock Show", de Hudson Glauber e supervisão de Wolf Maya. E agora empresta seu brilho e talento para o projeto "Cantores & Você". Vai perder?

Títeres - Oficina, exposição e espetáculo

*Respeitável Grupo de Teatro de Bonecos de Minas Gerais que este ano também
realiza sua 10ª Edição do Festival Internacional de Teatro de Bonecos se
apresenta na Cidade do Rio de Janeiro.*

www.festivaldebonecos.com.br.- blog de viagem www.catibrum.blogspot.com. Mandem
notícias e comentem.- catibrum@catibrum.com.br,**

* *

*Catibrum Teatro de Bonecos estréia projeto de circulação no Centro de
Referência Cultura Infância/Teatro do Jockey – Rio de Janeiro*



A Cia Catibrum de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte (MG) realiza entre os
dias *20 de março e 03 de abril*, o Projeto Catibrum 2009, aprovado pela lei
Rouanet, que tem por objetivo apresentar o trabalho desenvolvido pela Cia
nas principais capitais do Brasil.

A programação consiste em uma *apresentação gratuita* do espetáculo *“Homem
Voa?” no dia 28 de março, sábado, às 16 horas*; uma *oficina de
interpretação com bonecos entre os dias 30 de março e 3 de abril* e
uma *exposição
de seu acervo de títeres entre os dias 20 de março e 3 de abril de 14 às 20
horas.*



*A abertura da exposição foi no dia 20 de Março, dia Internacional e
Municipal do teatro para a Infância e Juventude, até 03 de abril.*



A programação será totalmente realizada no *Centro de Referência Cultura
Infância/Teatro do Jockey, na Rua Mário Ribeiro, 410 - Jardim Botânico.
21-2540-9853.*



*Homem Voa?*



"Homem Voa?" é um espetáculo que homenageia a genialidade de Alberto Santos
Dumont, seus inventos e a conquista do ar. Baseado no livro em quadrinhos
“Santô, e os pais da Aviação” de Spacca o espetáculo utiliza técnicas de
manipulação com bonecos de luva, teatro de sombras, projeção de imagens e
bonecos de manipulação direta sobre balcão. Com trilha sonora composta por
Clayton Barros integrante da banda "Cordel do Fogo Encantado, exclusivamente
para o espetáculo, “Homem Voa?“ conquistou os prêmios Cena Minas, Myriam
Muniz, além de ter concorrido ao troféu HQ Mix de melhor adaptação de
quadrinhos para outros veículos.



*Ficha
Técnica:
*

Adaptação e direção: Lelo Silva

Confecção de Bonecos: Catibrum Teatro de Bonecos

Elenco: Lelo Silva, Admar Fernandes, Eduardo Santos, Cecília Berger e Amaury
Borges

Trilha sonora: Clayton Barros

Produção Executiva: Victor Magalhães






*Serviço*



* “Homem Voa?”*

* *

Data e horário de apresentação:

*Sábado*, 28 de março às 16 horas – *Entrada Gratuita*

Local: *Teatro do Jockey*, na Rua Mário Ribeiro, 410 - Jardim Botânico. 21-*
2540-9853*.



Livre



Uma Contribuição de Carlos Henrique Casanova

Presidente da ARTB – Associação Rio de Teatro de Bonecos

Atual Diretor de Produção do Teatro Municipal de Marionetes Carlos Werneck e
Teatros de Guignol - RJ

Membro do Conselho Consultivo para Teatro de Bonecos do Centro Cultural
Municipal de Referência para Infância e Juventude que inclui o Teatro do
Jóckey.

(21)93189901

IV Circuito de Teatro Português








IV Circuito de Teatro Português



Este projeto contempla o segmento das artes cênicas e foi criado para promover o Intercambio Cultural entre Brasil e Portugal e enriquecer a integração entre artistas e grupos de teatro, com o desejo de estendê-lo aos outros países da Cena lusófona como Angola e Moçambique.



Iniciativa da produtora e diretora do Grupo Dragão7, Creusa Borges, integrante da Cooperativa Cultural Brasileira, que, desde 1998 realiza intercâmbios com Portugal, levando espetáculos de São Paulo para Portugal, Espanha e África.



O intercambio entre Brasil e Portugal se fortalece a partir de 2003 quando completamos a troca com a Cia de Teatro Art’Ímagem do Porto, que recebe todos os anos 2 ou 3 Cias. Brasileiras nos Festivais que organiza na cidade do Porto e da Maia.



Em 2004, alem do Art`Ímagem, trouxemos a Cia de Teatro de Braga que, passa a ser mais um parceiro no projeto de intercambio com Portugal e para o III Circuito de Teatro Português criado em São Paulo.



A IV edição desse Circuito acontece em abril de 2009, já com o nome de Circuito de Teatro Português.



Esse intercâmbio Cultural busca o estreitamento das relações artísticas através das ações institucionais de Brasil e Portugal, proporcionando a abertura de mercado para atores e companhias do teatro brasileiro além de ampliar o conhecimento artístico e o reconhecimento de nossas identidades culturais.



OS ESPETÁCULOS:



“As Bacantes” é um exemplo perfeito de que uma obra-prima tem diversas leituras possíveis, que variam, não só no contexto histórico em que foi produzida, como também em função da época em que é reapreciada. A experiência dionisíaca, aqui explorada para produzir uma ação dramática, auxilia a considerar o mistério e a precariedade da sua própria existência, assim, os temas desejo, felicidade e paz vão associar-se à sabedoria, à afirmação do prazer da vingança. Esta é uma obra sobre a qual pretendemos trabalhar a busca pela simplicidade e pelo belo a partir da PALAVRA, ferramenta primeira para a “artesania” do palco e da força das imagens. “As Bacantes” é um espetáculo sobre o sentir, o saber e o acreditar; sobre a política e a organização da cidade, sobre a vingança, a necessidade mais profunda que temos de dizer “Não!” e de rompermos a Norma. É um espetáculo sobre a condição humana, sobre a luta entre o sagrado e o profano, um caminho de viajantes e de confrontos de Identidades. É um espetáculo de mulheres. Uma tragédia do Mundo!







As Bacantes

Um espetáculo sobre o Sentir, o Saber e o Acreditar!
Sobre a Política e a organização da Cidade.
Sobre a Vingança.
Sobre a necessidade mais funda que temos
de dizer Não e de rompermos a Norma.
Um espetáculo sobre a Condição Humana.
A luta entre o Sagrado e o Profano.
Um caminho de Viajantes e de Confronto de
Identidades.
Um espetáculo de Mulheres!
Uma tragédia do Mundo!
Rui Madeira



Ficha Artística

Autor: Eurípides
Tradução: Prof.ª Doutora Maria Helena da Rocha Pereira
Encenação e dramaturgia: Rui Madeira
Cenografia: Samuel Hoff
Figurinos: Sílvia Alves
Desenho de Luz: Fred Rompante
Criação Sonora: Pedro Pinto
Registro vídeo: Frederico Bustorff
Grafismo: Carlos Sampaio
Chefe de Montagem: Fernando Gomes
Atores: Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá, Teresa Chaves, André Silva*, Aleixo Morgado*, Thamara Thaís**, Alex Miranda** e Mabelle Magalhães**



* atores estagiário no âmbito da formação da CTB
** atores estagiários no âmbito da cena Lusófona, num acordo de cooperação entre a CTB, a Prefeitura de Camaçari e a Secretaria da Cultura do Governo do Estado da Bahia





O espetáculo “Janis e a Tartaruga” fala de da personagem Janis (interpretada por Filomena Cautela, apresentadora do programa Cá Estamos da TV Globo de Portugal que fala sobre intercâmbio entre Portugal e Brasil), uma jovem a “boleia” pelas estradas de um país em mudança. A força interior que a acompanha nesta viagem é apenas um reflexo de uma geração que incorporou a mudança social como o maior dos desejos coletivos, é a voz de uma juventude que procurou encontrar-se a si própria através do excesso e que procurou na diferença um manifesto para a auto-afirmação. O espaço-tempo desta peça encontra frente-a-frente às drogas e a libertação sexual, a música rebelde e os sentimentos anti-guerra, a luta anti-racista e o alcance de uma existência mais verdadeira. Muitos verão em Janis a figura lendária de Janis Joplin. Outros sentirão que aquela que caminha é apenas uma entre muitos jovens que decidiram fazer frente a uma América que colocou tartarugas lentas no caminho. “Janis e a Tartaruga” não é uma biografia e sim uma forma de visitar a geração dos anos sessenta, uma ficção, um monólogo. Janis é uma mulher, uma tartaruga. É outra que aparece no lugar de cada um de nós.







Janis e a Tartaruga


Janis é uma jovem a boleia pelas estradas de um país em mudança. A força interior que a acompanha nesta viagem é apenas um reflexo de uma geração que incorporou a mudança social como o maior dos desejos coletivos.
Janis é a voz de uma juventude que procurou encontrar-se a si própria através do excesso e que procurou na diferença um manifesto para a auto-afirmação. O espaço-tempo desta peça encontra frente-a-frente às drogas e a libertação sexual, a música rebelde e os sentimentos anti-guerra, a luta anti-racista e o alcance de uma existência mais verdadeira.
Muitos verão em Janis a figura lendária de Janis Joplin. Outros sentirão que aquela que caminha é apenas uma entre muitos jovens que decidiram fazer frente a uma América que colocou tartarugas lentas no caminho.
“Janis e a Tartaruga” não é uma biografia. É apenas, de alguma forma, uma visita à geração dos sessenta.
Ficção, monólogo, uma rapariga, uma tartaruga... e outra que aparece no lugar de cada um de nós.



Ficha Artística

Texto Pedro Pinto e Filipe Pinto
Encenação e Figurinos Luísa Pinto
Interpretação Filomena Cautela
Direção Musical e Canção Original Carlos Te
Teclados e Arranjos Musicais Miguel Ferreira
Cenografia Catia Barros
Desenho de Luz Bruno Santos
Sonoplastia Pedro Moreira
Design e Operação de Vídeo Miguel Miranda
Assistente de Encenação Ana Ferreira
Produção Executiva Teresa Leal



Em “Ibéria – A Louca História de Uma Península” três atores encontram-se num palco vazio, cada um leva consigo um pequeno Kit que inclui um manual de instruções do qual se servirão para realizar uma fugaz, mas hilariante viagem pela História da Península Ibérica. Vão-lhes aparecer três pastorinhos... Vão dar por si rodeados por uma cruel batalha: Portugueses, Castelhanos e Muçulmanos, encarnarão Camões e Cervantes, que contarão as lendas de Inês de Castro, de Viriato, e de Numância assediada pelos Romanos, terão que enfrentar-se, cara a cara, com a Padeira de Aljubarrota na Batalha com o mesmo nome, viajarão nos barcos de Vasco da Gama e de Cristóvão Colombo, e, o que acontecerá durante a Dinastia Filipina?







Ibéria - A louca história de uma Península

Três atores encontram-se num palco vazio. Cada um leva consigo um pequeno Kit. Este inclui um simples manual de instruções do qual se servirão para realizar uma fugaz, mas hilariante viagem pela História da Península Ibérica.
Vão-lhes aparecer três pastorinhos...
Vão dar por si rodeados por uma cruel batalha: Portugueses, Castelhanos e Muçulmanos.
Encarnarão Camões e Cervantes, que contarão as lendas de Inês de Castro, de Viriato, e de Numância assediada pelos Romanos.
Vão-lhes aparecer três pastorinhos...
Terão que enfrentar-se, cara a cara, com a Padeira de Aljubarrota na Batalha com o mesmo nome.
Viajarão nos barcos de Vasco da Gama e de Cristóvão Colombo.
E o que acontecerá durante a Dinastia Filipina?...
Vão-lhes aparecer três pastorinhos...


Episódios:
Batalha do Salado
Inês de Castro
Viriato e Numância
Batalha de Aljubarrota
Descobrimentos
Tratado de Tordesilhas
Dinastia Filipina
O Milagre



Ficha Artística

Criação e Interpretação

Noelia Domínguez
Sérgio Agostinho
Ágel Fragua

Iluminação

Paulo Neto e Luis Viegas

Operação de Luz

Eurico Alves

Figurinos e Adereços

José Rosa

Desenho Gráfico
Zétavares / Pedro Coelho

Fotografia

Carlos Teles

Direção

José Carlos Garcia







Jardel Teixeira

Mirage Filmes

(11) 3834-1202

(11) 7874-8710

ID 55*84*75778

Última semana do projeto Restos E Outras Histórias no N.Ex.T. (SP)

Ciclo de Leituras “RESTOS E OUTRAS HISTÓRIAS – PEÇAS DE LUCIANNO MAZA”
Dias: 05, 12, 19 e 26 de Março
Horário: Quintas-feiras às 21h
Local: N.Ex.T. (Núcleo Experimental de Teatro)
Endereço: Rua Rego Freitas, 454 – Vila Buarque
Telefone: 3259-9636
Lotação: 100 lugares
Classificação indicativa: Livre
Entrada franca

Programação do dia 26 de Março:
Leitura dramatizada de: “Um Punhado de Dentes”
Texto e direção: Lucianno Maza
Elenco: Eloy Nunes e Luciana Caruso

Após as apresentações de “Restos”, “Neve” e “Até O Sol Nascer”, o
ciclo de leituras RESTOS E OUTRAS HISTÓRIAS, que apresenta a obra
realista do dramaturgo Lucianno Maza, encerra sua programação no
N.Ex.T. dia 26 de Março com a leitura de “Um Punhado de Dentes”, peça
inédita escrita entre o final de 2008 e o início de 2009 e com
previsão de estréia no segundo semestre deste ano.

O texto é uma tragédia urbana que conta a história de um casal de
irmãos que vivem foragidos numa fábrica abandonada no subúrbio de uma
grande cidade. Ele (Eloy Nunes) é um serial killer inteligente e sexy
que após matar arranca os dentes de suas vítimas, pessoas que tem em
comum apenas o fato de terem, segundo seu algoz, vidas solitárias,
como um menino de rua, um senhor abandonado, uma mulher acima do peso,
uma jovem baladeira e um rapaz gay. A irmã (Luciana Caruso), que têm
mórbido interesse nos assassinatos de seu irmão, aos quais acompanha
como aos capítulos de uma telenovela, recebe dele os dentes dos mortos
com os quais ela faz bijuterias, cuja cuja venda os sustentam. Após
uma espécie de profecia, quando os rituais de extermínios são
abalados, as coisas começam a dar errado para os irmãos, e então
percebemos que mais do que fugir do presente, eles fogem de algo do
passado. O clima de suspense é mantido até desaguar em um final que
remete ambiguamente ao ordinário dos noticiários de televisão e ao
mítico da tragédia grega.

Além de ator de teatro, Eloy Nunes, que dará vida ao protagonista de
“Um Punhado de Dentes” é também o novo apresentador do programa diário
“Olha Você” no SBT e está no ar ainda no canal MixTV. Já Luciana
Caruso esteve em cartaz nos cinemas recentemente no longa-metragem
“Nome Próprio” de Murilo Salles

O grupo de pesquisa cênica Projeto Grande Elenco (que comemora cinco
anos) apresentou no teatro do N.Ex.T. - Núcleo Experimental de Teatro
(que comemora dez anos) durante as quatro quintas-feiras do mês de
Março o ciclo de leituras com peças do dramaturgo e diretor carioca
Lucianno Maza; na programação estiveram a peça “Restos” de 2006 e três
textos inéditos: “Neve”, “Até O Sol Nascer” e “Um Punhado de Dentes”.
Participaram do projeto atores como André Fusko, Cibele Dorsa, Clóvis
Tôrres, Eloy Nunes, Érika Puga, Germano Pereira, Gustavo Haddad, Leo
Chacra, Luah Galvão, Luciana Caruso, Luna Martinelli e Tatatiana
Caltabiano.



Maria do Céu
assessoria de comunicação
mariadoceuedoinferno@gmail.com

"A Via: Passageiros" - quartas, 21h


"A Via: Passageiros" em cartaz todas as quartas-feiras, 21h, no Espaço Galharufa.
Foi destaque na Veja São Paulo, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo.
As críticas estão sendo muito positivas. Curta temporada.

Show da banda Os mamelucO no Café Piu Piu



Dia 1º de abril de 2009, quarta, às 21h, no Café Piu Piu, em São Paulo, a banda Os mamelucO se apresenta com seu show “Vira Lata”.

A palavra mameluco significa primeiro ser híbrido brasileiro, filho do europeu colonizador com a indígena, primeiro bastardo sem berço, que reflete sobre mais de uma origem. Como o nome sugere, Os mamelucO é toda mistura que se pode ter na música brasileira. O repertório do show Vira Lata varia do samba ao blues, do côco ao choro, criando uma música autêntica, genuinamente brasileira.

Esse show Vira Lata marca o processo da banda de construção do CD homônimo a ser lançado ainda em 2009: os rapazes têm quatro músicas gravadas no Studio Mr. Sound com os engenheiros de som Marcello Pompeu e Heros Trench, disponíveis no www.myspace.com/osmameluco, e preparam-se para entrar em estúdio para gravar esse primeiro CD.

Com Huguêra no violão, voz e cavaquinho, Gunnar Vargas no violão e voz, Peu na gaita, Cláudio Oliveira no baixo, Dan! na bateria, Paula da Paz na voz e Rafael Franja na percussão, Os mamelucO reativa uma saudade gostosa de música boa que se fazia no Brasil de Jackson do Pandeiro, de Noel Rosa, de Adoniran Barbosa, uma música simples, direta e profunda, unindo sutileza, beleza e sátira do cotidiano em suas letras.

A banda esteve recentemente em shows na Galeria Olido e no próprio café Piu Piu, onde obteve grande sucesso de público, o que os fez voltarem ao palco no mês de abril.

Roteiro do show

O show é composto por composições de Huguêra e Gunnar Vargas, no repertório estão: Vestido Preto, Alone, Vira Lata, A Vida É... A Luta É... Promessa de Paz, Vai Me Procurar, Navalha, entre outras. Para Ouvir: www.myspace.com/osmameluco

Integrantes

Huguêra - Compositor, cantor, violonista, baixista, percussionista e cronista. Estudou contrabaixo com Itamar Colaço na ULM Tom Jobim, e violão com Valter Freire e Ciro Visconti no Instituto Souza Lima de Música. Integrou as bandas S.E.O., João Bobo e Preto Soul.

Gunnar Vargas - Cantor, violonista, compositor e produtor cultural. Estudou violão na ULM Tom Jobim, com Marco Prado e Éder Sândoli. Em 2008 produziu e lançou o CD Encontro de Compositores.

Peu Pereira – Gaitista e cineasta, estudou teoria musical com Hulizes Cazallas e participou de diversos workshops com gaitistas renomados, como Flávio Guimarães e Serginho Duarte. Dirigiu o documentário “Panorama – Arte na Periferia”, o curta “O Grito”, o curta experimental “Rumo”.

Claudinho Oliveira - Baixista com mais de 20 anos de estrada, tem fortes influencias de samba, blues, jazz e rock. Integrante da banda Preto Soul, tem uma extensa trajetória musical trabalhando com inúmeras bandas e músicos do cenário paulistano.

Dan! – Baterista, compositor, cineasta e educador popular. É músico autodidata desde os 6 anos, tendo participado de diversas bandas como baterista, violonista e compositor desde 1992.

Paula da Paz – Cantora, estuda música desde os 14, já estudou na ULM, fez parte de diversas bandas, além de trilhas para espetáculos teatrais.

Rafa Franja – Percussionista e produtor cultural, integrante do Grupo de choro Noite Clara e da banda de Soul Remédio Forte, estudou durante quatro anos com Arlem Ribeiro, percussionista que leciona no Conservatório do Morumbi e com Celsinho Silva a linguagem do pandeiro no Choro.

Show Os mamelucO em “Vira lata”

Café Piu Piu – Quarta – 1º de abril - 21h

Rua 13 de Maio, nº 134, Bela Vista, Tel. (11) 3258-8066

Entrada R$ 10,00 - Recomendação: 18 anos

Lotação: 300 lugares // Acesso a deficientes

Contatos para Shows

Vanessa Sórice – 11 – 5572 6232 / 11 9548-0217 / vanessasorice@gmail.com

Informações para a imprensa

Canal Aberto – 11 3798 9510/ 2914 0770 / 9126 0425 – Márcia Marques canal.berto@uol.com.br www.canalaberto.com.

Reestréia espetáculo Algumas Vozes no Centro Cultural

ESPETÁCULO ALGUMAS VOZES REESTRÉIA NO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO



Texto do autor inglês Joe Penhall, aborda o tema da esquizofrenia. Com direção de Mônica Granndo, montagem da Cia do Ator Careca, foi uma das vencedoras do 12o Cultura Inglesa Festival



Esquizofrenia é o tema abordado no texto ALGUMAS VOZES, do dramaturgo inglês Joe Penhall, que reestréia dia 3 de abril, sexta-feira, às 21h, no CENTRO CULTURAL SÃO PAULO, Sala Paulo Emílio Salles Gomes. Com direção de Mônica Granndo, montagem da Cia do Ator Careca, estreou em 2008 no 12o Cultura Inglesa Festival. O elenco reúne os atores Jaques Bento, Igor Kovalewski, Marcela Grandolpho, Ari Cegatto e Alberto Guiraldelli.



Em ALGUMAS VOZES, Ray, um jovem emocionalmente instável que, depois de anos de internação num hospital psiquiátrico, busca se readaptar ao mundo real com o apoio do irmão mais velho, o superprotetor Pete. O frágil equilíbrio de Ray é posto em xeque quando ele se envolve com Laura, uma garota que acaba de romper com o namorado e se descobre grávida. Ray se afasta do controle de Pete e dos remédios que lhe garantem a lucidez, e volta a ser atormentado por vozes que perturbam sua mente.



“O texto mergulha na dor e na angústia das incertezas da vida. Joe Penhall parte de personagens bem delineados e de relações humanas conturbadas para explorar a vida das grandes metrópoles. O espetáculo tem como proposta de encenação a composição de cenas partindo das imagens e das vozes que proliferam na mente de Ray. Não só o texto, mas o autor também era inédito no Brasil”, afirma a diretora Mônica Granndo.



A montagem segue uma linha realista na interpretação, com base no subtexto das personagens e suas relações cotidianas que são alteradas pela recusa do personagem Ray em tomar seus medicamentos. “Procurei estimular os atores na busca da sutileza para sustentar a tensão das transições e o peso que os eventos vão acrescentando à ação, por meio da pausa, do silêncio e do próprio peso das conseqüências prenunciadas nas ações das personagens”, finaliza a diretora.



O cenário, de Fábio Jerônimo, foi idealizado em tons branco e cinza. Os elementos cênicos são móveis modulares que se transformam a cada cena. Os figurinos, de Mônica Granndo, refletem o comportamento de cada um dos personagens, tendo como sutileza os adereços. O compositor Reinaldo Guiraldelli, compôs e orquestrou a música tema, que dialoga com a encenação, além de elaborar as vozes que interferem ativamente nas cenas. A iluminação é de Vanderlei Conte.



Joe Penhall - Nasceu em Londres em 1967, é considerado um dos melhores dramaturgos de sua geração. Sua primeira peça, Wild Turkey, foi apresentada no London New Play Festival em 1993. Em 1994 é convidado a trabalhar no Royal Court Theatre. Some Voices (Algumas Vozes) estréia no mesmo ano e ganha o John Whiting Award de melhor peça. Em 1995 é admitido como escritor residente no Royal Nacional Theatre. Nos anos seguites escreve Pale Horse; Love and Understanding e The Bullet. Em 2001 sua peça Blue/Orange estréia e ganha diversos prêmios de melhor texto. Em 2003 passa a escrever roteiros para cinema e televisão. Sua mais recente peça, Dumb Show estreou em 2004. Some Voices (Algumas Vozes) e Blue/Orange foram adaptadas para o cinema em 2000 e 2003. Joe Penhall adaptou Enduring Love, de Ian McEwans, e The Long Firm, de Jake Arnott, para a BBC. O curta-metragem The Undertaker marca a estréia do autor como diretor de cinema em 2006. Joe Penhall pertence à efervescente nova geração de dramaturgos ingleses, como Patrick Marber, Jez Butterworth, David Harrower, entre outros.

Mônica Granndo – Atriz e diretora, formada pela Universidade de Campinas/UNICAMP, em 1992. Fundou, em 1999, o Núcleo Delphys de pesquisa da gestualidade do ator junto à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde realizou seu mestrado no programa de Comunicação e Semiótica dessa instituição, tendo defendido seu trabalho sobre O Gesto Vocal, a comunicação e gestualidade do ator no teatro físico, em julho de 2002. Atou nos espetáculos Medéia, de Eurípedes e As Criadas, de Jean Genet e dirigiu as peças Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues; Homens de Papel, de Plínio Marcos e Cena a Quatro, de Eugène Ionesco, entre outros trabalhos. Trabalha como educadora na área teatral desde 1993 e, desde 2001, ministra aulas de interpretação, expressão corporal e vocal no Teatro Escola Macunaíma, na cidade de São Paulo. Em 2002, fundou A Companhia do Ator Careca que esteve em temporada no grande circuito teatral de São Paulo com os espetáculos Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos, de Tom Stoppard (2003/2004), e O Beijo (2005) e Fracasso (2006/2007), ambos com autoria de Alberto Guiraldelli.

Companhia do Ator Careca – Formada em 2002, como afirmação de fé no solo fértil de São Paulo para o teatro de grupo. Reunida pelo desejo de um trabalho de colaboração criativa, procura a consistência estética duradoura que apenas o desenvolvimento integrado de atores, técnicos, criadores e produtores pode proporcionar. A Cia trabalha continuamente com processo de treinamento de atores por meio de técnicas corporais, vocais e de interpretação, exercitadas em grupo, até que um novo projeto venha a focar um tipo específico de trabalho. Produziu os espetáculos: Rosencrantz e Guildenstern Estão Mortos, de Tom Stoppard, no qual a mímica, pantomima e clown eram as técnicas em destaque (2003/2004) e O Beijo, baseado na pesquisa de estruturas cômicas de inspirações tão diversas como as estruturas clássicas de Molière e o nonsense contemporâneo e Fracasso (2006/2007), ambos com autoria de Alberto Guiraldelli. Todos os trabalhos da cia tiveram direção de Mônica Granndo.





Para Roteiro
ALGUMAS VOZES – Reestréia dia 3 de abril de 2009, sexta-feira, às 21h. Texto: Joe Penhall. Tradução: Alberto Guiraldelli. Direção: Mônica Granndo. Com a Cia do Ator Careca. Elenco: Jaques Bento, Igor Kovalewski, Marcela Grandolpho, Ari Cegatto e Alberto Guiraldelli. Duração: 105 minutos. Recomendação: 14 anos. Ingressos: R$15,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto). Sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 20h. Até 17 de maio.





CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emílio Salles Gomes – Rua Vergueiro, 1000, Liberdade, tel: 3397-4002. Capacidade 110 lugares. Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo. Acesso para deficientes. Ar condicionado. Café no local.

TD - Casa Aberta com Gilberto Mendes



TD - Casa Aberta com Gilberto Mendes e Núcleo de Improvisação

Gilberto Mendes é o convidado do Casa Aberta no Teatro de Dança


Dia 31 de Março, a partir das 15h, com entrada franca, o Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura, gerenciada pela APAA – Associação Paulista de Amigos da Arte) traz uma nova edição do programa Casa Aberta com o músico Gilberto Mendes e o Núcleo de Improvisação, sob direção da bailarina e pesquisadora Zélia Monteiro.



O Casa aberta são encontros mensais que objetivam a formação e investigação em dança, e podem ter o formato de aula aberta, simpósio, debate ou ensaio aberto, sempre programados por coletivos, universidades, grupos de estudos/pesquisa ou curadores especiais na área da dança.



Nesta edição do programa, focada na composição e improvisação tanto na dança como na música, Gilberto Mendes - convidado pelo Núcleo de Improvisação – falará, a partir de trechos de composições próprias, sobre o ecletismo de sua formação e a maneira como ele se materializa em sua obra musical, conhecida pela diversidade do material sonoro e pelo emprego do humor. Em seguida, após uma hora de intervalo, o Núcleo apresentará o ensaio aberto de seu próximo espetáculo Por Que Tenho Essa Forma? (título provisório).



Gilberto Mendes

Gilberto Mendes nasceu em Santos em 1922, ano da Semana de Arte Moderna. Aos 19 anos, trocou a Faculdade de Direito pelo Conservatório Musical de Santos, onde passou a estudar piano com Antonieta Rudge e harmonia com Savino de Bendicts. Praticamente autodidata como compositor, trabalhou algum tempo sob a orientação de Cláudio Santoro e Oliver Toni. Grande agitador cultural, fundou o Festival Música Nova de Santos, em 1962, e assinou o manifesto Música Nova, em 1963. Professor Doutor aposentado da Escola da Comunicação e Artes (ECA-USP) deu aulas ainda como professor visitante nas Universidades de Brasilia, Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e nas norte-americanas The University of Wisconsin, em Milwaukee, e The University of Texas, em Austin. Recebeu diversos prêmios e distinções no Brasil e no exterior, inclusive a Comanda do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, em 2004. Sua música já foi tocada nos cinco continentes, principalmente na Europa e Estados Unidos. É membro honorário da Academia Brasileira de Música. Entre suas composições mais conhecidas estão Beba Coca-Cola (1967), Santos Football Music (1969), Ulisses em Copacabana surfando com James Joyce e Dorothy Lamour (1988). Lançou este ano seu segundo livro “Viver Sua Música – Com Stravinsky em Meus Ouvidos, Rumo à Avenida Nevskiy” (Edusp/Realejo).



Zélia Monteiro

Bailarina e professora desde 1977, Zélia Monteiro estudou dança clássica com Maria Melô (Scalla de Milão) e tornou-se sua assistente em 1985. Dançou com Célia Gouvêa e fez parte do grupo Marzipan. Trabalhou por oito anos com Klauss Vianna, de quem também foi assistente. Foi premiada em 1987, 1992 e 1998 (APCA) e 1988 (Lei Sarney). Em 1993 recebeu a Bolsa Vitae de Artes para pesquisa coreográfica realizada em Paris, onde residiu e trabalhou por quatro anos. De volta ao Brasil em 1997 trabalhou com Ivaldo Bertazzo. Desde 1999 é professora do curso de Comunicação e Artes do Corpo na Faculdade de Comunicação e Filosofia da PUC/SP.



Núcleo de Improvisação

Grupo de pesquisa em dança contemporânea que reúne atores, bailarinos, músicos e artistas plásticos desde 1998. Em 2003 o grupo constituiu-se Núcleo de Dança. Sediado no MAM (Museu de Arte Moderna) de São Paulo manteve encontros semanais no atelier do museu e realizou performances de interação com obras do acervo e das exposições, como em Luz e Sombra da artista italiana Marinellia Pirelli. No mesmo ano apresentou peça no Festival de Música Nova no Centro Cultural São Paulo. Com interesse voltado para a experimentação, a criação e a reflexão artísticas, o Núcleo de Improvisação promove relações de interação entre dança, música e artes plásticas.

Em 2006 recebeu o Prêmio Funarte de Dança “Klauss Vianna” – Petrobrás e em 2007 o Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, com o qual criou e circulou com o espetáculo Área de Risco.

Atualmente com o Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo 2008 V edição dá continuidade ao seu trabalho de criação e reflexão artísticas, promovendo palestras, debates e ensaios abertos e prepara novo espetáculo provisoriamente com o nome por que tenho esta forma?



Programa CASA ABERTA

Dia 31/03 - terça

recomendação 12 anos, Entrada Franca



Casa Aberta, 1ª edição/09

Com o Núcleo de Improvisação

Direção: Zélia Monteiro



Das 15h às 17h - Palestra, com o músico Gilberto Mendes

Das 18h às 20h - Ensaio aberto com o Núcleo



Este projeto foi contemplado pelo Programa de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.



TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br Telefone da bilheteria: 2189 2555 / Informações: 11 - 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais/Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista/ Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

Informações para imprensa:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

O Mágico de Nós


Espetáculo Infantil Jogando no Quintal - O Mágico de Nós

Show Badi Assad



site: www.homemdobrasil.com.br
email: hdb@uol.com.br
tel: 11 5093-4999



O Teatro Gazeta localizado no térreo do prédio da TV Gazeta, Av. Paulista, 900. Temos convênio com estacionamento MultiPark na Av. Paulista, 867. O Metrô mais próximo é Trianon.

Endereço: Av. Paulista, 900 - Cerqueira César
Telefone: 3253-4102

SHOW AVA


AVA

Ava Rocha, Nana Love, Daniel Castanheira, Emiliano 7



26 de março | quinta

Posto 8

22 hs

R$ 30,00 R$ 15,00 ( meia-entrada)

Av. Rainha Elizabeth, 769 – Ipanema

( ex-Mistura Fina)

15 de mar. de 2009

"TAMPINHA TIRA OS ÓCULOS"


Carlos Baldim, Camilo Brunelli, César Figueiredo, Fábio Oliveira, Armando Júnior e Aloísio Salles, Julia Magaldi, Aline Abovsky, Magno Alves e Paulo Duek convidam você para assistir ao espetáculo "TAMPINHA TIRA OS ÓCULOS", Adaptação para teatro do livro infantil de Mariana Caltabiano, no dia 14 de Março, sábado, às 17:30 no Teatro Ruth Escobar - Sala Gil Vicente, Rua dos Ingleses, 209, Bela Vista, em São Paulo.


Por favor, confirme sua presença e de seu acompanhante neste e-mail.



RSVP: Paulo Duek - (11) 97611215









"Ninguém sai do teatro decepcionado ao assistir Tampinha Tira os Óculos, baseada no livro homônimo de Mariana Caltabiano. Os atores fazem tudo para o público rir."



Mônica Rodrigues da Costa (Guia da Folha SP)







"Lição de auto-estima no teatro."



Mariana Zylberkan (Diário de São Paulo)

Lançamento do livro de poemas “O Lento Alento” em SP

Revista Podcultura!

Bem vindo(a) a Revista Podcultura!

Encontre Artistas, Tecnicos e amigos

Faça seu cadastro grátis , divulgue e veja nossas divulgações.

http://www.podcultura.com.br

Sarauzaço Homem do Brasil

Você vai pirar com o lugar!


É com muita alegria que estamos de volta com nosso Sarau.

Teremos atrações mais que especiais:
Autojabô's (Circo e teatro)
Ângela Colameo (Dança circular)
Companhia Bubiô, ficô lô! (Clown)
Dr Ygar Malabarix (Circo)
Artes, Coisas e Troços (Bijuterias em Pet)

Muito som:
Homem do Brasil, A Euterpia. Adriana Mezzadri e
Daniel Kid e os Rockers.

Traga as crianças, pois elas vão se divertir muito e não pagam para entrar.

Esperamos você lá!
Dia: 21 de Março
Horário: a partir das 16:30h.
Valor: R$20,00 (aceita carteira de estudante)

Local: Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena
Tel.: 3459•5321

Veja o mapa


Realização:
Homem do Brasil • Autojabô's • Espaço Cultural Rio Verde
agenda:
- 21 de Março - Sarauzaço
- 17 de Abril - NAMASTÊ BRASIL - Homem do Brasil e Ratna Bali no Café Paon
- 29 de Maio - Café Paon
- 26 de Junho - Café Paon
notícias:
site: www.homemdobrasil.com.br
email: hdb@uol.com.br
tel: 11 5093-4999

MC Sapão no CONECADES!

Banda Eva no CONECADES!

GAMESH ao vivo e de volta a MOEMA

GAMESH ao vivo e de volta a MOEMA



Gravação do dvd da banda!

CÂNDIDA no Teatro Brigadeiro!

O filme Falsa Loura do Carlos Reichenbach

O filme Falsa Loura do Carlos Reichenbach, está concorrendo ao V Prêmio FIESP/SESI-SP do Cinema Paulista.


Vote pelo site


http://www.fiesp.com.br/cinema/telas/vote.asp

Espetáculo SANTA RITA DE CÁSSIA


SANTA RITA DE CÁSSIA

“O eSPETÁCULO”



Um Anjo aparece a Amata e anuncia que ela terá uma filha que deverá chamar-se Rita. Seus pais são velhos, e após 53 anos de casados, realizam seu grande sonho. Desde pequena, seus pais a levavam para a roça e abrigavam-na à sombra de uma árvore à beira do rio Carno. Um dia, um fato grandioso aconteceu: Um trabalhador que estava próximo feriu-se com a própria foice, dando um profundo corte na mão direita. Dirigindo-se à Cássia para ter cuidados médicos, viu a criança envolvida por um enxame de abelhas brancas. Ele gritou pelos pais de Rita sacudindo as mãos para espantar as abelhas. No mesmo instante o corte de sua mão cessou de sangrar e o ferimento se fechou. A menina cresce. Antônio seu pai, teme deixá-la sozinha no mundo e promete sua mão em casamento a Paulo Fernando, um homem rude e vingativo. Grávida de gêmeos sofre agressões físicas e morais de seu marido. Nascem as crianças e o sofrimento de Rita a cada dia aumenta. Ela perde os pais. Quando Paulo reconhece a grandiosidade de sua esposa e pede seu perdão, ele é assassinado. Os filhos de Rita, Paulo Maria e Tiago Antônio querem vingança. Rita pede a Deus que leve seus filhos se for humanamente impossível que eles permaneçam no bom caminho, as crianças morrem. Rita fica só no mundo; “Só, mas com seu Deus”. Então, vai em busca do seu maior objetivo: Servir a Deus. Ela bate à porta das agostinianas, mas é recusada três vezes, por ser uma viúva. Um dia em oração, aparecem seus Anjos protetores: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino e a levam para o mosteiro. Lá, os sofrimentos de Rita aumentam, perseguida por Mandrágora, uma freira da confiança da Madre Superiora que obriga Rita aos serviços mais pesados. Rita deseja sofrer como Cristo no calvário. Um espinho destaca-se da coroa de Jesus Crucificado e crava-se em sua fronte. O ferimento não se cura e dele corre um líquido mal cheiroso que a obriga a viver na clausura. 1450, o Ano Santo, Roma é invadida por imenso número de padres e monges, com os mais diversos hábitos, em busca das Santas Indulgências. Rita é impedida de ir, por causa da ferida. Em oração pede a cura do ferimento, permanecendo as dores, para ir a Roma com as irmãs. E assim se fez. Ao voltar, a ferida reabre-se. A idade, as dores, os jejuns e as penitências, não tardam a consumir suas forças. A verdadeira doença de Rita começou no fim de 1453. Rita recebe a visita de sua prima, Vilma, e pede a ela que traga do seu jardim uma rosa. É inverno, mas Vilma, ao chegar no antigo jardim de Rita, encontra uma magnífica e resplandecente rosa nos arbustos de folhagens contraídas pela geada. Vai avançando o mês de maio, resplandecem as rosas em todas as suas cores. Rita ora: Transpassai, senhor Jesus, a minha alma com a suave chaga do vosso amor, para que ela se entregue toda ao amor e desejo vosso... Em 22 de maio de 1381 nasce Rita e em 22 de maio de 1457 destaca-se o laço e o espírito prisioneiro conquista a liberdade. “SANTA RITA DE CÁSSIA”.



CONTATOS PARA CONTRATAÇÃO:

(021)- 9732-3680 WILSON


Email: wilsonmpmm@hotmail.com

CENTRO DE ARTE E DANÇA ELISA BORGES

MATRÍCULAS ABERTAS! PREÇOS PROMOCIONAIS!!!
Cada turma irá seguir uma linha de trabalho: aulas teóricas + práticas
• INFANTIL(6 à 10 anos) – Contos Infantis
• ADOLESCENTE(11 à 18 anos) – Folclore / Musicais
• ADULTO (A PARTIR DE 18 anos)- História do Teatro

Cada curso terá três módulos todos com certificados de participação.
Os assuntos dos módulos corresponderão a faixa etária de cada turma.

INSCRIÇÕES ABERTAS PELO TELEFONE 3183-6181!!!
Venha conferir a qualidade das aulas!

LOCAL: Centro de arte e dança Elisa Borges
ENDEREÇO: Rua General José Cristino, nº 94 - São Cristóvão
(em frente a maternidade Fernando Magalhães)
Horário de Funcionamento: 17:00 às 21:30
Tel: 3183-6181

CURSO DE TEATRO
TURMAS: SÁBADOS - TARDE
PROFESSORA: FLÁVIA GOULAR
INÍCIO: MARÇO 2009

Estudio de Música Moderna

Tecnicas de Improvisación y

Armonia en la Musica Popular.



Clases individuales y grupales

para todos los instrumentos:



Canto, Teclados, Guitarras, Bajo, Bateria,

Percusión, Saxos, Flautas, Trompeta,

Bandoneon, Cello, Violin, Armonica, etc.





Ensambles de diferentes estilos:



Jazz – Rock – Pop – Bossa – Latin

Tango – Folklore – Candombe



Iniciacion-Perfeccionamiento

Niños-Adolescentes–Adultos



Se trabaja desde el nivel que cada alumno trae,

avanzando paralelamente con conocimientos teóricos

y prácticos sobre armonía, lectura e improvisación.

Buscamos ampliar los recursos para crear y

desarrollar ideas, encontrar nuevos caminos,

ordenar y agilizar los conocimientos musicales

y perfeccionar la tecnica.





Profesor graduado en:

Berklee College of Music. USA, Boston.



musicamoderna@ymail.comEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.



011-15 6142-7205



www.alejandrosantos.com

3 de mar. de 2009

Workshop para o ator profissional


Workshop para o ator profissional





“Fazia tempo que eu não sentia tanto prazer em cena.”

Caru Ramos, Cia La Mariquita.





É possível para o ator ter certeza do resultado que produz sobre a platéia?



Essa certeza pode garantir uma experiência mais complexa e mais gratificante para ambas as partes?



No que as novas descobertas da ciência podem contribuir para a prática da nossa arte?



Como isso beneficia o ator?





Priscilla Carvalho, atriz, mestre em interpretação pela Southern Methodist University, artista responsável pelo desenvolvimento, sob orientação do Instituto CKK, da Técnica Danjurô de Interpretação, apresentará aos colegas o funcionamento do método.



Tópicos abordados:

-Captação da trajetória emocional da personagem: o que é, como funciona, vantagens para o ator.

- Impacto emocional da personagem sobre a platéia: funcionamento e aplicações.

- Como uma abordagem baseada em percepção liberta e aumenta as possibilidades do ator.



Quando:

Quarta-feira, 11 de março, das 15 às 19 horas.



Investimento:

R$80,00 para inscrições até o dia 10/03.

R$100,00 na hora.



Vagas:

15 atores.



Onde:

Rua Batataes, 602, sala 12 – Jardim Paulista.



Informações:

(11) 7547-6365 com Priscilla, ou priscillacarvalho@uol.com.br





“O que aprendi tem um valor enorme não só para o ator, mas para aqueles que buscam uma compreensão maior da sua função como artista.”

Arandi Vasconcellos